Um diálogo possível:
- Viste o documentário premiado no Brasil A FÉ DE CADA UM. A VISÃO DO PADRE MÁRIO, disponível no Youtube?
- Recebi a informação e o link. Informação que se segue:
"Em 2004, quando este Documentário foi gravado, ainda nem eu próprio havia percebido que entre a fé religiosa e a Fé antropológica-teológica de Jesus há um abismo a separá~las. Se fosse hoje, a minha prestação neste Documentário seria ainda bastante mais lúcida. Hoje, sou o primeiro a reconhecer que a própria existência do culto de Fátima só é possível no âmbito da Fé antropológica-teológica de Jesus, o nosso paradigma e a nossa referência última na História. Não só Fátima é mentira e crime, como aqui se diz,
mas também o é a própria fé cristã religiosa das igrejas todas. Por é um tipo de fé que impede a humanidade de sair definitivamente da tentação do religioso e do divino em que, para seu mal, há milénios está caída e sequestrado. e torna-se plena e integralmente humana, em todos os seus membros, outros Jesus. Ainda assim, ninguém deixe de visionar esta minha prestação, no documentário, a Fé de cada um, realização de Neni Glock, em 2004".
Depois, visualizei este documentário em https://www.youtube.com/watch?v=dIMlG5yuEfU
- Nele o Padre Mário, afirma-se como "um padre católico muito protestante". E tu, considerado por ele como uma alma gémea, afirmas-te como...
- Um "pastor" protestante muito católico.
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sábado, 21 de junho de 2014
domingo, 13 de janeiro de 2013
Um livro chamou por mim
Mas um livro consegue "chamar" por alguém?
Imaginemos que sim.
Eis o que aconteceu:
Um dia, recentemente, olhei para uma das estantes da minha biblioteca e o livro "Deus e a Fé. Razões do crente e do não crente" (de J.I. González Faus e Ignacio Sotelo, da casa das letras, 2005), interpelou o meu olhar.
Peguei nele e, perante os meus olhos, evidenciaram-se as duas perguntas da capa:
Se Deus existe, como explicar o mal?
Se Deus não existe, donde vem o bem?
Neste novo ano que começa, valerá a pena pensar nisto?
Ver sinopse.http:///
Imaginemos que sim.
Eis o que aconteceu:
Um dia, recentemente, olhei para uma das estantes da minha biblioteca e o livro "Deus e a Fé. Razões do crente e do não crente" (de J.I. González Faus e Ignacio Sotelo, da casa das letras, 2005), interpelou o meu olhar.
Peguei nele e, perante os meus olhos, evidenciaram-se as duas perguntas da capa:
Se Deus existe, como explicar o mal?
Se Deus não existe, donde vem o bem?
Neste novo ano que começa, valerá a pena pensar nisto?
Ver sinopse.http:///
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Fé, de Jesus?
Paramos um pouco nas margens do rio da Vida.
- Que lês?
- "O livro negro do cristianismo. Dois mil anos de crimes em nome de Deus", de Jacopo Fo, Sérgio Tomat, Laura Malucelli..
- Há tempos lias "O Evangelho de Jesus segundo Maria mãe de João Marcos e Maria Madalena", recentemente, terminavas de ler "Quase Dois Mil Anos de Falso Cristianismo. Jesus é o Grande Desconhecido da Humanidade " ...
- E?
- Quando vier o Filho do Homem (Jesus), serás tu, um entre a multidão, dos que não têm fé?
- Porque fazes essa pergunta?
- Sei que procuras valores capazes de inspirar o Bem Comum, o Bom Senso e o Consenso, como tu dizes, mas será que os vais encontrar num rio podre como o é a história das religiões e de uma maneira particular a do cristianismo?
Fiquei em silêncio. Perante factos, que argumentos? A imagem de um garimpeiro, nas margens de um rio, sugeriu-me uma resposta:
"Apesar dos perigos, que são imensos, a perspetiva de encontrar as valiosas pepitas, é fortemente motivador".
- Sim no rio da história das religiões/povos/civilizações, quem procura, encontra pepitas desse ouro que é a Fé de Jesus - verbalizei e conclui com uma certeza que, qual sol, amanhece no peito da gente!
- Que lês?
- "O livro negro do cristianismo. Dois mil anos de crimes em nome de Deus", de Jacopo Fo, Sérgio Tomat, Laura Malucelli..
- Há tempos lias "O Evangelho de Jesus segundo Maria mãe de João Marcos e Maria Madalena", recentemente, terminavas de ler "Quase Dois Mil Anos de Falso Cristianismo. Jesus é o Grande Desconhecido da Humanidade " ...
- E?
- Quando vier o Filho do Homem (Jesus), serás tu, um entre a multidão, dos que não têm fé?
- Porque fazes essa pergunta?
- Sei que procuras valores capazes de inspirar o Bem Comum, o Bom Senso e o Consenso, como tu dizes, mas será que os vais encontrar num rio podre como o é a história das religiões e de uma maneira particular a do cristianismo?
Fiquei em silêncio. Perante factos, que argumentos? A imagem de um garimpeiro, nas margens de um rio, sugeriu-me uma resposta:
"Apesar dos perigos, que são imensos, a perspetiva de encontrar as valiosas pepitas, é fortemente motivador".
- Sim no rio da história das religiões/povos/civilizações, quem procura, encontra pepitas desse ouro que é a Fé de Jesus - verbalizei e conclui com uma certeza que, qual sol, amanhece no peito da gente!
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