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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Impressões digitais do Criador

George Wald, Prémio Nobel da Fisiologia/Medicina  em 1967 (pelo seu trabalho sobre a vitamina A a sua função na fisiologia da visão), disse:

Se as cargas (de um protão e de um eletrão) não fossem iguais e opostas, as partículas-base não receberiam carga e não se uniriam.

E David A. Steen, biólogo botânico, continua:

Não haveria matéria  - sistema solar, planetas, rochas, terra, ou qualquer outra coisa. E, sem matéria, não haveria vida. Wald maravilhava-se com a formidável coincidência. Lembro-me de o ver abanar a cabeça sobre o assunto. Eu vi as impressões digitais do Criador. Não está satisfeito por o Criador saber o que está a fazer e por poder fazer matéria a partir do nada? Plantas, animais, seres humanos - somos todos feitos dos mesmos componentes básicos de protões, neutrões e eletrões.

Será esta uma reflexão sobre uma outra vitamina A: do Amor? Amor este, essencial ou vital para uma outra visão que até os invisuais podem ter?

Concluindo, maravilhado, ainda com Steen:

o enorme protão e o minúsculo eletrão com especificações tão exatas que se podem juntar e fazer matéria de tudo  - pássaros, árvores, erva, diamantes, estrelas e eu (tu, ele/ela, nós, vós, eles/elas).

Fonte: o DEUS das maravilhas, p. 39

sábado, 26 de janeiro de 2013

Deus...

Que ou qual?

Ontem li uma síntese interessante, no Evangelho de Patmos, do autor Jon Paulien.

Trasnscrevo, com um ligeiro arranjo livre, da minha parte:

"Se eu fosse Muçulmano, é natural que tivesse dificuldde em perceber o facto de Deus gostar de uma pessoa que não jejua um mês por ano e não ora cinco vezes por dia. Não teria qualquer problema em comer cobras e coelhos, mas dificilmente compreenderia um Deus que não se importasse com o consumo de carne de porco. Eu desprezaria os cristãos que bebem e que fumam!
Se eu fosse Testemunha de Jeová, é provável que tivesse dificuldade em aceitar que Deus possa usar uma transfusão de sangue para salvar a vida de uma criança.
E se eu fosse Mórmon, talvez tivesse relutância em conhecer um Deus que fez coisas grandiosas através de pessoas como Moisés e Pedro, que não sabiam nada sobre roupa interior sagrada.
Muitos Católicos dificilmente aceitam que o ministro ou padre consiga agradar a Deus sem o celibato.
No tempo de Jesus, alguns judeus não admitiam o facto de os discípulos terem apanhado, no Sábado, alguns grãos para comerem enquanto atravessavam um campo. Como era possível isso e, ao mesmo tempo, estar ao serviço de Deus?
Os Hindus não comem carne de vaca.
Muitos cristãos pensavam que as Cruzadas era uma guerra justa e santa.
Os Protestantes de ambos os lados da Guerra Civil Americana, oravam para que Deus desse a vitória à sua respetiva causa" (p. 29).
...

É óbvio que a síntese não está completa, daí eu ter colocado, no final, as devidas reticências.


- Algum comentário? - perguntou-me.
- Sim.
- Qual?
- O Criador dos Céus, da Terra, do Mar e de tudo que neles há, é maior que a soma das boas partes que possam ter esses "esforços" humanos de O entender.



domingo, 23 de outubro de 2011

Natureza, quantas lições de Vida!

"Não retire as folhas secas...", eis um título do muito e belo que se partilha através da Internet!!!

Contemplar o filme abaixo e deixar que a nossa sensibilidade se enterneça, se encante... se deixe levar por essa "força misteriosa" que conjuga factores mais diversos numa sabedoria de Mestre, é uma benção do Criador!

Se desfrutar mais do que eu, fico feliz!


sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Lembra-te do teu Criador.

O Sábado, memorial da criação, é excelente para o exercício espiritual sugerido pelo nosso título.

Vejamo-nos a navegar no nosso rio Homem.
Os peixes saltam, aqui e ali.
A paz do rio, favorece a reflexão-oração.
Entre a moldura de salgueiros, plátanos, amieiros, freixos... um pescador ou outro, vê-nos passar.

- Bom dia! - saudamo-nos.

Remando contra a corrente, um companheiro lê para si, as palavras de uma autora cristã:

Não devemos dizer aos nossos filhos que não devem estar alegres no Sábado, que é errado andar ao ar livre. Não! Cristo conduzia os discípulos para fora, para a beira do lago, no dia de Sábado, e ensinava-os. Os Seus sermões de Sábado nem sempre eram pregados em recintos fechados... - E.G.W.. Manuscrito 3, 1879.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

A voz da Natureza...


... é a voz de Cristo, escreveu a autora cristã EGW (2TS, p.444)

O meu Amigo, Companheiro e Irmão MO, talvez estevisse de acordo com a autora, se a palavra Cristo fosse subsitituida por outra: Deus.

Teologia e Religiões, teriam aqui matéria para esgrimir argumentos, um pouco à semelhança do teste, entre Elias e os profetas de Baal, sobre o Deus verdadeiro, (DeusVivo ou DeusCriador, diriamos, nós, não é verdade, Acimo?), relatado na Bíblia, no capítulo XVIII de 1 Reis.

Porque o texto, as imagens e as mensagens não são minhas (foram-me enviadas por mail), e, sobretudo porque reforçaram a minha confiança-fé, no DeusVivo, Criador dos Céus e da Terra...,
partilho esse alimento espiritual, que poderá ser visualizado clicando nesta palavra que para mim também tem um significado muito pessoal: edukaminho.

domingo, 24 de abril de 2011

Primavera: primeiro capítulo de um LivroVivo

De 22 a 24 de Abril de 2011 (Sexta, Sábado e Domingo) estive/vemos, em contacto com esse primeiro capítulo do livro da Natureza, onde a inspiração sussurra como as Águas, acaricia qual Brisa e sorri em nome do Sol.

Ao longo das minhas caminhadas matinais de cerca de uma hora, a Natureza, qual paleta, oferecia-se multicor: rosa-roxo das urzes; amarelo das carquejas, dos tojos, dos pampirros, das giestas; branco das giestas, dos sabugueiros; verde dos campos, prados, árvores; azul das águas que refletiam o céu...

O atelier é um "pedaço do Paraíso"! É assim que considero aquele local de Campo do Gerês, onde mora o Parque de Campismo da Cerdeira, que nos recebeu (a mim, à minha mulher e a uns amigos) "autocaravanados", com a simpatia-qualidade de sempre.

Lá, na Geira, bem próximo da milha XXIX, mais concretamente no sítio da Casa das Peças (placa vandalizada), percebi quem era a tela e o pintor.

É óbvio que a tela, é muito, muito especial: a Humanidade.
O Pintor? Aquele que é muito mais íntimo do que nós mesmos, como diria o ACIMO. É o DeusVivo, o Criador, que pinta de dentro para fora, como dizem as flores.


Encontros, foi o nome desse caso de Amor.