A semana passada, um amigo (ZM), partilhou comigo, via e-mail, uma preocupação que se resume no seguinte:
"Este vídeo é extremamente arrepiante. Está em inglês, mas tem legendas em português e é comentado pelo Pr. Doug Batchelor".
NÃO PERCAM E VEJAM ATÉ AO FIM E TIREM AS VOSSAS CONCLUSÕES.
Em busca de conclusões colocam-se questões: Religião? Espiritualidade? Um misto de Religião e Espiritualidade? Cumprimento da profecia? A eterna questão da Unidade? A invocada história de José e dos seus irmãos, serve quem? Amor e doutrinas, excluem-se?
Pessoalmente, liguei o conteúdo do vídeo e do texto de Jesus, em título (João : 10:16), às palavras do poeta popular português António Aleixo, em Este livro que vos Deixo:
Há luta por mil doutrinas,
Se querem qu'este mundo ande
Façam das mil pequeninas
Uma só doutrina grande.
E questionei-me:
A "doutrina grande" estará implícita nas palavras de 1ª João 4:8=Deus é Amor? ou no "grande mandamento" desdobrado em dois, dos quais depende toda a lei e os profetas: o primeiro="Amarás ao Senhor teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento; o segundo, semelhante ao primeiro="Amarás ao teu próximo como a ti mesmo" (Mateus 2236-40)?
Concluo relendo a reflexão, por mim feita, pouco depois da eleição do Papa Francisco, cujas palavras finais perguntam o seguinte:
Veio do "fim do mundo" para o velho mundo, construir que mundo?
(poderá ler mais, em http://aventuranoriodavida.blogspot.pt/2013/03/papa-francisco.html).
Mostrar mensagens com a etiqueta amor. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta amor. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 10 de março de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Inspirados na Natureza
Nós, Mulheres e Homens, da caminhada, semanal (4ª feira), solidária, pegamos no texto de Martin Luther King, Jr., partilhado pelo biólogo
botânico David A. Steen (em O DEUS DAS MARAVILHAS - Meditações Matinais, p.28):
"Todos podem ser grandes... porque
todos podem servir. Não precisamos de ter um diploma universitário para servir.
Não temos de ter o verbo e o jeito certos para servir. Só precisamos de um
coração cheio de graça. Uma alma gerada pelo amor".
Steen, usa uma realidade
natural, que os biólogos chamam “mutualismo”:
“olhei, fascinado, enquanto os pequeninos peixes nadavam para
dentro e para fora da boca, e das guelras da garoupa, proporcionando um serviço
(de limpeza) ao peixe grande (e este, aos pequenos, uma refeição). ”
Eu/nós uso/usamos o quê para testemunhar do valor do serviço?
Mais do que os meus/nossos pensamentos ou sentimentos, que falem,
sobretudo, as minhas/nossas ações-relações, no dia-a-dia experienciadas!
Etiquetas:
ações,
alma,
amor,
coração,
garoupa,
peixes-limpadores,
pensamentos,
relações,
sentimentos,
serviço
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Pastora alemã: pesadelo, milagre ou ...
Pesadelo, diz o dicionário Priberam, é...
Opressão angustiosa da respiração durante o sono.
Milagre, diz a mesma fonte:
Facto sobrenatural oposto às leis da Natureza.
- Oposto? Se for oposto às leis, até hoje, conhecidas... parece-me melhor - digo eu para com os meus botões...
Esta reflexão, faço-a, hoje, para melhor me ver perante um facto que a Vida, dolorosamente, me proporcionou, na quinta feira passada por volta das 8h30, quando fui passear, como habitualmente faço, a minha pastora alemã: a LIFE.
Na estrada nacional, quando a Life se agachou para fazer cócó, algo, na zona das cadeias mamárias, me sequestrou o bem estar:
- A minha cadela virou cão?! Que é aquilo que tem entre as pernas?!
Recolhi as fezes, num saco plástico.
Mais adiante (na Cangosta do Boular, a caminho da Decathlon, Dume, Braga), disse-lhe:
Ali estava a realidade, que, de seguida, ousei identificar:
- Um tumor na cadeia mamária direita? Não pode ser! - Gritei silenciosamente (ainda, hoje, se me enchem os olhos de lágrimas).
No mesmo dia, pelo telemóvel, o veterinário, que a acompanhou desde pequena, confirmou o meu diagnóstico, acrescentando:
- ... ulcerado!
Na sexta, à mesma hora, no mesmo percurso, quis olhar para a minha companheira de muitas aventuras, como que, o que se registara em todas as minhas células, fosse fruto de um pesadelo... ou, então, ali estavam as cadeias mamárias em perfeita saúde, como resultado do milagre da própria Vida.
Mas a Realidade, na Clínica Veterinária, e através da técnica que nos (MacJod=Maria da Conceição e José Duarte) atendeu, profissional, simpática, mas, embora empaticamente, disse nua e cruamente:
- Um temor e peras!
Quando o dinheiro não abunda, pede-se orçamento.
Ensaiam-se pequenos passos: medicação (cortizona e antibiótico).
Dá-se tempo: fiim de semana, para ver claro, num turbilhão de pensamentos e sentimentos.
Ontem (3ª feira), logo de manhã, nós, aconchegamos a Life na nossa decisão:
- É para operar - dissemos aos técnicos da Clínica.
Ao fim do dia, carinhosamente, fui buscar aqueles sete anos cheios de histórias, para trazer de volta a casa. Num aconchego que só o amor sabe oferecer, as Art's (anexo para momentos especiais) foram inauguradas com "mimos": medicação, alimento melhorado, abrigo mais personalizado (Mac) e a minha companhia atenta e disponível, toda a noite.
Pesadelo? Não.
Milagre? Não.
... ou realidade? Sim Realidade, que enfrentamos, um dia de cada vez, dando o nosso melhor... também aos animais!!!
- Todos as situações se oferecem grávidas de oportunidades para louvar a Vida!!!
Etiquetas:
amor,
animais,
cadela,
oportunidades,
pastora alemã,
problemas,
tumor
sábado, 10 de agosto de 2013
Lições no rio da vida.
Numa metáfora, mostra-me um filme existencial:
Uns quatro anos de viagem. E, em jeito de diálogo, a conversa assemelha-se ao vai-vem das águas.
- Águas bravas?
- Muitas.
- Calmas?
- Algumas.
Por fim, sãos e salvos, já na margem, quando era tempo de festejar a epopeia, algo estranho acontece:
uns grãos de "areia" impedem que, nas "sinapses" das relações humanas, os "neurotransmissores" da Alegria, da Gratidão... celebrem a Festa da Vida no rio do Amor.
Num redemoinho de pensamentos e sentimentos, uma voz pergunta:
- Confirmas o ditado popular que "mais vale só do que mal acompanhado"?
- Não confirmo. Por isso, orientado pelo que há de nobre e generoso no Ser Humano, viro a embarcação do provérbio, para afirmar que, para mim, "mais vale mal acompanhado do que só".
- ?!?!
- Sim, pois não há Eu sem Tu ou Tu sem Eu.
- Queres dizer que...
- Apesar das minhas muitas incoerências e, por vezes, maledicências, que me fragilizam, continuarei a aventura, pelo rio de Vida, no espírito da pro-activa orientação de ouro do Mestre dos mestres, que diz: "TUDO QUE VÓS QUEREIS QUE OS HOMENS VOS FAÇAM, FAZEI-LHO TAMBÉM VÓS A ELES". (Mat.7:12)
Uns quatro anos de viagem. E, em jeito de diálogo, a conversa assemelha-se ao vai-vem das águas.
- Águas bravas?- Muitas.
- Calmas?
- Algumas.
Por fim, sãos e salvos, já na margem, quando era tempo de festejar a epopeia, algo estranho acontece:
uns grãos de "areia" impedem que, nas "sinapses" das relações humanas, os "neurotransmissores" da Alegria, da Gratidão... celebrem a Festa da Vida no rio do Amor.
Num redemoinho de pensamentos e sentimentos, uma voz pergunta:
- Confirmas o ditado popular que "mais vale só do que mal acompanhado"?
- Não confirmo. Por isso, orientado pelo que há de nobre e generoso no Ser Humano, viro a embarcação do provérbio, para afirmar que, para mim, "mais vale mal acompanhado do que só".
- ?!?!
- Sim, pois não há Eu sem Tu ou Tu sem Eu.
- Queres dizer que...
- Apesar das minhas muitas incoerências e, por vezes, maledicências, que me fragilizam, continuarei a aventura, pelo rio de Vida, no espírito da pro-activa orientação de ouro do Mestre dos mestres, que diz: "TUDO QUE VÓS QUEREIS QUE OS HOMENS VOS FAÇAM, FAZEI-LHO TAMBÉM VÓS A ELES". (Mat.7:12)
sexta-feira, 15 de março de 2013
Papa Francisco.
Se colocassemos uma vírgula imediatamente a seguir à palavra "Papa" e, no final um ponto de exclamação, o sentido do título acima seria diferente... Entretanto ouviram-se os seguintes comentários:
- Diferente será o recém-eleito Papa Francisco.
- Diferente porque fala de renovação, de caminho, de amor, de fraternidade...
- Sim, é menos formal, é interessante a relação com Francisco de Assis: humildade, pobres, natureza...
- Talvez menos interessante a relação com Francisco Xavier..
Olhando-me nos olhos, pausadamente questionou-me:
- E tu, o que dizes?
- Que seja o que é... assim como cada um de nós.
Em jeito de conclusão:
Veio do "fim do mundo", para o velho mundo, construir que mundo?
- Diferente será o recém-eleito Papa Francisco.
- Diferente porque fala de renovação, de caminho, de amor, de fraternidade...
- Sim, é menos formal, é interessante a relação com Francisco de Assis: humildade, pobres, natureza...
- Talvez menos interessante a relação com Francisco Xavier..
Olhando-me nos olhos, pausadamente questionou-me:- E tu, o que dizes?
- Que seja o que é... assim como cada um de nós.
Em jeito de conclusão:
Veio do "fim do mundo", para o velho mundo, construir que mundo?
Etiquetas:
amor,
caminho,
Francisco,
Francisco de Assis,
fraternidade,
humildade,
mensagens,
papa,
pobres,
renovação
sexta-feira, 23 de março de 2012
Oração de sapiência
É do professor de Neurocirurgia na Faculdade de Medicina de Lisboa: João Lobo Antunes.
Encontrei-a na página final (p. 73) do seu livro A Nova Medicina.
Porque considero esta oração de sapiência (proferida há 15 anos), um reforço positivo para quem procura "examinar tudo e reter o bem", sobretudo neste ano que alguém considerou de "annus horribilis", aqui está para que nos energetizemos:
"Saber escolher e saber educar, mulheres e homens dedicados e íntegros, imbuídos do sentido do dever e do sacrifício, corajosos na luta, humildes na vitória, inconformados na derrota, devotados à verdade e à excelência intelectual, dotado de sentido de humor e das conveniências, aptos a trabalhar em harmonia com os outros - iguais ou diferentes - , tudo isto temperado por uma profunda compaixão e, porque não dizê-lo, já que isto é para mim, o segredo do bom médico, possuídos de amor pelo próximo, e animados por uma viva curiosidade pela sua diversidade biológica."
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Música e letra (3ª parte)
Anos mais tarde, já em Braga, inspirado por esta visão e por este sonho, fiz uma música e letra...
A música, que está num documentário (da AS) sobre o Gerês, e que foi cantada e tocada em vários lugares e por várias pessoas, ainda me dá muito prazer tocá-la e cantá-la.
Eis a sua letra:.
Nadando entre os homens, sorrindo
Tu vais subindo
Subindo qual ave no espaço,
Dando um abraço
Um feixe de luz eu atiro.
Oh, como é giro!
Há olhos cravados no céu:
O Amor venceu!
Minha casa é a Natureza.
E a tua mesa.
Todo o Homem é meu irmão,
Nesta canção.
A música, que está num documentário (da AS) sobre o Gerês, e que foi cantada e tocada em vários lugares e por várias pessoas, ainda me dá muito prazer tocá-la e cantá-la.
Eis a sua letra:.

Nadando entre os homens, sorrindo
Tu vais subindo
Subindo qual ave no espaço,
Dando um abraço
Um feixe de luz eu atiro.
Oh, como é giro!
Há olhos cravados no céu:
O Amor venceu!
Minha casa é a Natureza.
E a tua mesa.
Todo o Homem é meu irmão,
Nesta canção.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

