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sexta-feira, 25 de abril de 2014

Santos, da cultura nossa

Vi o documentário, no dia 20 de abril, dia de Páscoa. 
Procurei-o depois, no arquivo da RTP1
Partilhei-o no fb e, agora, faço questão de registar e partilhar também neste espaço pessoal de espiritualidade.

Santos de Portugal
São Manços, São Martinho de Dume, São Furtuoso e São Geraldo - Episódio 10

Clicar para visualizar, pensar, sentir, escutar e escutar-se... pode surpreender-nos.


segunda-feira, 10 de março de 2014

Haverá um só rebanho e um só pastor

A semana passada, um amigo (ZM), partilhou comigo, via e-mail, uma preocupação que se resume no seguinte:

"Este vídeo é extremamente arrepiante. Está em inglês, mas tem legendas em português e é comentado pelo Pr. Doug Batchelor".

NÃO PERCAM E VEJAM ATÉ AO FIM E TIREM AS VOSSAS CONCLUSÕES.



Em busca de conclusões colocam-se questões: Religião? Espiritualidade? Um misto de Religião e Espiritualidade? Cumprimento da profecia? A eterna questão da Unidade? A invocada história de José e dos seus irmãos, serve quem? Amor e doutrinas, excluem-se?

Pessoalmente, liguei o conteúdo do vídeo e do texto de Jesus, em título (João : 10:16), às palavras do poeta popular português António Aleixo, em Este livro que vos Deixo:

Há luta por mil doutrinas,
Se querem qu'este mundo ande
Façam das mil pequeninas
Uma só doutrina grande.

E questionei-me:

A "doutrina grande" estará implícita nas palavras de 1ª João 4:8=Deus é Amor? ou no "grande mandamento" desdobrado em dois, dos quais depende toda a lei e os profetas: o primeiro="Amarás ao Senhor teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento; o segundo, semelhante ao primeiro="Amarás ao teu próximo como a ti mesmo" (Mateus 2236-40)?

Concluo relendo a reflexão, por mim feita, pouco depois da eleição do Papa Francisco, cujas palavras finais perguntam o seguinte:

Veio do "fim do mundo" para o velho mundo, construir que mundo?

(poderá ler mais, em http://aventuranoriodavida.blogspot.pt/2013/03/papa-francisco.html).

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Fiel a si mesmo.

Mais atento não podia eu estar!

A força do título escolhido! A mensagem num crescendo, reforçado pelo gestual, pela voz e, até, pelo sentimento, mereceu o meu comentário:

Sempre fiel a si mesmo! Título-mensagem que mal (enganei-me, no youtube; queria dizer: qual) MO, nos cilindra! Aquele abraço!

E agora, neste contexto, à semelhança de um primeiro comentário, na altura olhos-nos-olhos, em Macieira da Lixa, os autores (do Livro da Sabedoria e do comentário), a pergunta, para a qual é necessário encher o peito de ar:

(INS)PIRADO? = Inspirado ou Pirado?

Visualizar e ver-se, neste Política praticada eu quero, e não sacrifícios, pode ser um exercício de autêntica espiritualidade.



domingo, 19 de janeiro de 2014

Avós e Netos: uma relação mágica...

Sim, uma relação a vivenciar, a preservar e a promover.

Num espaço de sonho (embora humilde, mas criativo) e muito íntimo, avós e netos, vivenciaram, esta noite a 2ª experiência (a 1ª, com 6 participantes, teve lugar no dia 19 de Dezembro de 2013), que, sem qualquer dúvida, se oferece como um potencial de aprendizagem/espiritualidade de pequenos e grandes (daí, fazer-se o registo neste blog).
Atores  e, simultaneamente, Autores, numa pedagogia maiéutica, questiona-se, ouve-se, exemplifica-se (com pormenores, sobretudo, do dia a dia e existenciais
), joga-se, encoraja-se, decide-se, planifica-se, realiza-se, avalia-se, aprende-se...

O tempo foi muito curto, diríamos: evaporou-se! Soube a pouco! Ansiamos o próximo (se possível, também com aquele rosto maroto com um olhar azul de 5 anos)!

Um jogo, tipo DPC (Desafio Para Casa), mantem-nos suspensos. Eis os elementos visuais e tateis, para individualmente, refletirem e criarem a resposta à pergunta:


O que é que o Palhaço (Arco-Íris) diz à abelha? 

Que respostas? Uma já foi dada, mas continua no segredo dos deuses, enquanto não chegam as restantes.

domingo, 29 de dezembro de 2013

Prenda especial: um livro.

A quadra natalícia, é sempre um momento para oferecermos/recebermos as tradicionais prendas.
Um livro de António Damásio (edição revista e atualizada) - AO ENCONTRO DE ESPINOSA, as emoções sociais e a neurologia do sentir - foi uma das mais significativas, por mim recebidas.
O título torna-me consciente o pensamento:

- Quem procura encontra. 

Sobretudo quem procura com a intensidade de um neurocientista da craveira de António Damásio.

Leitura já em curso, eis o que encontrei na página 29, sob um título a negrito: À procura de Espinosa:

Espinosa é pertinente para a neurobiologia, apesar das suas reflexões sobre a mente humana não terem origem numa prática científica,  mas sim numa preocupação geral com a condição humana. A preocupação suprema de Espinosa era a relação entre os seres humanos e a natureza. Espinosa tentou clarificar essa relação de forma a propor métodos eficazes para a salvação humana.

Pergunto-me:

- Porquê este post num blog espiritual?

Pensei noutros livros, (re)lidos em 2013, por exemplo:
EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E RELIGIÃO , de Alfredo Dinis e João Paiva, da Gradiva (2010)
SER ESPIRITUAL,da Evidência à Ciência, de Luís Portela, da Gradiva (2013)

e "saboreei" de novo, as palavras encontradas na introdução do livro Educação, Ciência e Religião, p. 9:

À religião importa ajudar a Humanidade a saber viver, enquanto à ciência importa saber explicar os fenómenos da natureza. Neste sentido, religião e ciência não competem, antes se complementam. Talvez possam, acreditamos, cooperar no objetivo maior de compreender o mundo e o sentido da existência humana.

e, na página 105, as de Luís Portela:

A ciência moderna alcançou assim grandes progressos através da metodologia da repetibilidade, universalidade e objetividade. Os cientistas foram desenvolvendo as suas investigações no estudo concentrado de cada parte do todo e, assim, descobrindo valiosos conhecimentos para as gerações futuras,

Para concluir, em aberto, eis uma constatação:

Está em construção o ajustamento entre Ciência e Religião/Espiritualidade.

E as reflexões que faço, que fazemos, à volta desta temática, escrevem o "livro", prenda especial do Universo, que é a nossa maneira de ser e estar, no quotidiano, nos seus mais diferentes contextos.

Leia uma crítica (poderá encontrar outras) ao livro de António Damásio, aqui referido, clicando na imagem do mesmo.

sábado, 22 de setembro de 2012

Num abraço de toda a Criação

Do texto do Prof. Dr. Nilo Agostini - O que a espiritualidade tem a ver com as ciências humanas - transcrevo a sua parte final:

As ciências merecem uma atenção constante e mesmo necessária, pois o ser humano é o centro de interesse comum. A espiritualidade, junto com o todo da Teologia com as suas áreas afins, é chamada a um encontro dialogal com as ciências humanas (e outras também). Abre-se a possibilidade e mesmo a necessidade de um enriquecimento mútuo, sem abdicar da interpelação mútua. Afugente-se qualquer pretensão de auto-suficiência de qualquer das partes. Importa, para isso, abraçar sempre uma visão integral do ser humano, tendo como pano de fundo um paradigma integrador e humanizador, aberto a todas as dimensões, incluindo a transcendência, num abraço de toda a criação.
(ler mais em http://www.niloagostini.com.br/artigos/2010/pdf/04_140410.pdf )

Valerá a pena pensar nisto?

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Espiritualidade vs. ciência...

Inverti o subtítulo do livro Guerra entre Dois Mundos, de Deepak Chopra e Leonard Mlodinow.

- Porquê?
- Já o saberá você.

Outro livro: DEUS RI

- E?
- Porque o último a rir é o que ri melhor!
- ?!?!...Tontarias!
- Ou tanto rias?


Continua nú ou num próximo post

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Corpo de Deus...

Quantas pessoas se questionam sobre o porquê das "coisas"?
Talvez, pelo facto de hoje ser feriado, alguém queira exercitar a sua racionalidade.

- E espiritualidade.

Por isso, alguém que pensa que não há racionalidade sem espiritualidade, e espiritualidade sem racionalidade, pede para "linkar" à mensagem completa, que foi colocada no primeiro blog.

quinta-feira, 15 de março de 2012

A nova medicina

Paramos um pouco nesta aventura pelo rio da vida.
Sentados na margem, eu perguntei-lhe:

- Que lês?
- A Nova Medicina, de João Lobo Antunes.

Aproximei-me e, na página 10, li as seguintes palavras assinaladas a lápis:

"não sei o que nos espera, mas sei o que me preocupa: é que a medicina, empolgada pela ciência, seduzida pela tecnologia e atordoada pela burocracia, apague a sua face humana e ignore a individualidade única de cada pessoa que sofre, pois embora se inventem cada vez mais modos de tratar, não se descobriu a forma de aliviar o sofrimento sem empatia ou compaixão".

Quando mente e coração se olhavam olhos nos olhos, pensei: Não é possível chegar aqui sem a dimensão do Espírito.

Meus olhos voaram para a página seguinte que confirmou o meu raciocínio:

"reconheço a necessidade de manter uma vigilância constante, pois não é possível reduzir a doença a uma questão solúvel apenas por esta tecnociência hegemónica que reduz cada doente a um caso, e ignora a dimensão psicológica, espiritual e até religiosa".

Entreolhamo-nos.
Ele sorriu e escreveu a sua (ou nossa?) palavra enigmática.

sábado, 7 de janeiro de 2012

JESUS hoje

Numa manhã fria, ele perguntou-me:

- Que lês?
- Leio Albert Nolan.
- A tal "obra salutarmente provocatória, anticonservadora, prospectiva, estimulante, libertadora..."?
- Sim, segundo Marcelo Rebelo de Sousa, no prefácio desta.
- Deixa-me ver o que sublinhaste na página 21:

"Centrar-me-ei na espiritualidade, e não na teologia. Podemos lamentar o actual divórcio entre espiritualidade e teologia, mas, como a espiritualidade tem a ver com a experiência e a prática, e a teologia com doutrinas e dogmas, a minha preocupação,
neste livro, é de carácter decididamente espiritual".


- Uma nota para ver as páginas 32 e 33. Podemos ler?
- Claro.


"de um modo geral, a nova busca de espiritualidade, a fome profunda de espiritualidade, é sincera e genuína. É um dos sinais do nosso tempo.
O sinal, porém, não é o número de pessoas que encontrou uma forma satisfatória de espiritualidade pela qual possa reger a sua vida. Algumas encontraram-na, mas o sinal é antes a fome generalizada de espiritualidade, a busca de espiritualidade, a necessidade de espiritualidade sentida pelas pessoas".


- Li a tua mensagem-testemunho partilhada no teu anterior post. Essa mudança radical na tua vida, não será uma consequência ou influência da mensagem de Albert
Nolan, que no subtítulo precisa "Uma espiritualidade de liberdade radical"?
- É uma pergunta pertinente. Mas responda você mesmo a partir dos seguintes elementos:


1) A mensagem da referida mudança radical, nunca por mim tinha sido pensada e muito menos admitida;
2) Foi-se apresentando, no meu espírito, desde o início deste blog, mas de uma maneira especial nos princípios de Dezembro de 2011;
3) A mensagem-testemunho escrevi-a, ou foi concluida, no dia 10 desse mesmo mês;
4) E enviada, por mail, a todas as associações/instituições às quais estava ligado, no dia 12/12/2011.
5) O livro JESUS HOJE, comprei-o no E.Leclerc, em Braga, no dia 19/12/2011.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Floresta, laboratório da Vida

Neste Ano Internacional das Florestas, foi celebrado, ontem, o Dia da Floresta Autóctone ou então, continua a celebração da Semana da Floresta Autóctone.
Tal facto deu e dará, à comunicação social, matéria para "alindar" as suas mensagens.
As notícias foram e são mais que muitas. Por exemplo, no Correio do Minho de hoje, a nossa amiga Ana Cristina Costa, escreve do que sabe, e, creio eu, do que vive. Vale a pena reflectir com a Cristina.

Povoada a minha mente com árvores autóctones (como o Medronheiro, o Zambujeiro ou oliveira brava, os Carvalhos, a Azinheira, o Pinheiro-manso, o Amieiro, o Freixo ou os Salgueiros), penso num organismo que não tem qualquer Dia Especial, mas que é essencial para a Floresta, autóctone ou não.

Descubro a cabeça, imagem de sinal de respeito, e leio, como sagrado se tratara, um registo que tenho entre as minhas notas. Diz assim:

Árvore morta contém grandes quantidades de carbono, azoto, fósforo e outros elementos que a árvore foi extraindo da atmosfera e do solo ao longo da sua vida. Contudo estas substâncias valiosas estão fora do alcance de qualquer outra planta ou animal porque a celulose e a lenhina, que constituem a maior parte do volume da árvore, são quimicamente tão instáveis que nenhum animal as consegue digerir nem nenhuma raiz consegue dissolver. Existem apenas dois tipos de seres vivos capazes de as reduzir aos elementos básicos: as bactérias e os fungos. Decompondo a matéria orgânica, os fungos promovem a reciclagem de nutrientes para o solo, permitindo que as novas plantas se alimentem dos nutrientes que já fizeram parte do corpo de outros seres vivos.(Os Cogumelos e a Floresta Mata da Magaraça).

- A Floresta, "coalhada" de batérias, fungos, aves, animais, insectos... é um presente da Vida? - pergunta-me alguém.
- E a Vida é um presente de Quem? - questiono Eu, Tu, Ele, Nós, Vós, Eles.

Esta reflexão, apenas como mais um ensaio de espiritualidade, para que possamos viver-morrer-viver como as árvores: em pé, com dignidade!

domingo, 9 de outubro de 2011

O Que Fazer Por Portugal?

Navegando pela internet encontramos, nos arquivos da TSF, as respostas dos "protagonistas da actualidade", à pergunta da tal operação evocada no título deste post.

Lemos no referido arquivo:

Entre 6 e 28 de Outubro de 2010, a TSF lança um desafio aos protagonistas da actualidade.

A operação "O Que Fazer Por Portugal?" é inspirada na frase de John Fitzgerald Kennedy: «Não perguntem o que o vosso país pode fazer por vós, mas sim o que vocês podem fazer pelo vosso país».

Clique na imagem abaixo para seleccionar, ouvir, pensar, sentir e agir.



Dizemos ou pensamos nós:

- Respostas de há um ano atrás, quando a actualidade ia a trote. Hoje, galopa.
- O que fizeram ou estão a fazer os entrevistados?
- Que fizemos ou estamos a fazer nós? Eu, Tu, Ele...
- Um esforço humano louvável mas desconectado do Espírito que Tudo e a Todos nos anima?


Conformar-se? Não! Transformar-se? Sim! Pelo que ouvimos no mais íntimo de nós, enquanto os tais "protagonistas da actualidade" (de ontem e de hoje) opinam, poderá ser um caminho para que, individual e colectivamente, possamos responder com actos inspirados no Bem Comum, no Bom Senso e no Consenso.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Humanidade, nossos irmãos

Estive com o grupo, em 2010 ou 2011. Aqui, na minha terra. Procuram, creio eu, o sentido da Vida.

Muito recentemente, há dias, no seu site, o menu "Quem somos" foi actualizado, com a foto das pessoas responsáveis, três das quais minhas conhecidas.

http://www.coracaotriunfal.com/quemsomos.php


Eis o símbolo que os liga:

O que representa:

A cruz é o simbolo de união, do amor, da fé e da esperança, para os cristãos do mundo inteiro. Flámula do advento da grande turbulência que se aproxima.

Significado:

Dimensões:

Altura: 33 cm = A idade de Jesus quando foi morto na Cruz
Largura: 2,1 cm = O tempo da missão de Jesus na terra (2+1)

Cores:

Vermelho: Simboliza o sangue derramado por Jesus no seu sacrificio por amor à humanidade, e o sangue que irá ser derramado por todos aqueles que vão dar as suas vidas em prol dos outros e dos seus ideais em Cristo.

Chama Azul: Chama do amor, da paz, luz da nossa amada Mãe, farol de esperança, luz divina do conforto e graça.

Friso Dourado: Simboliza a fonte de luz do nosso amado Pai, protector e envolvente com todo o seu amor e desejo pelo seus filhos, fonte da luz eterna do conhecimento, origem da vida.

Uma pergunta que pode ser deles/as, vossa, nossa: Espiritualidade? Religiosidade?

Uma senhora citou as palavras de Jesus:

- Pelos seus frutos os conhecereis.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Fontes da espiritualidade...

Na aventura do quotidiano chegou até mim/nós o seguinte texto:

"Mas esta Versão século XXI é a que tem muito de jesuânica, enquanto os Salmos da Bíblia, tais quais nos são institucionalmente apresentados, têm muito de anti-Jesus!
Faça a experiência. Confronte uma versão e outra. E, se, neste Século XXI que é o nosso, tiver de se escandalizar com alguma das duas versões, escandalize-se com a versão dos Salmos da Bíblia. E faça desta Versão Século XXI uma das substantivas fontes da Espiritualidade Jesuãnica, a única que nos faz viver na História e assumir a História como se Deus não existisse!"


(Contracapa dos Salmos Versão Século XXI Livro 2; autor: Pe. Mário de Oliveira)

- Que dizes destas palavras? - perguntou-me.

Olhos nos olhos, sorrindo, respondi.

- É um texto-teste. Não tanto para falar do ACIMO (Amigo, Companheiro e Irmão Mário Oliveira) mas para, qual espelho, ver-me a mim/nós, no meu/nosso mais íntimo...
- Como assim?
- Também eu/nós, procuro/ramos uma espiritualidade que não se escandalize com quem enverada por caminhos "apertados" ou então por "não caminhos" que se fazem, ousadamente, caminhando no trilho da consciência. Sim, porque nesse espaço silêncio-fala-escuta, que é a minha/nossa consciência, entre Deus e o Homem, o diálogo acontece e se tece...
- Como é possível?! Também tu, com formação teológica e educativa credenciadas por universidades, já foste contaminado pelo vírus da "heresia"?!
- Porque julgamos quem está a dar o melhor de si mesmo? Que acontecerá ao nosso
dia-a-dia, se cada um, cada uma, der à luz a sua própria Individualidade, como filha, como filho, irrepetíveis dessa Universalidade que a Todos e a Todas, nos beija e abraça? Honestidade, Coragem, Alegria, Respeito... Amor, serão frutos de que árvore?

sábado, 9 de abril de 2011

Ano espiritual

Li na Wikipédia:

"O ano solar é o período de tempo decorrido para completar um ciclo de estações (primavera, verão, outono e inverno). O ano solar médio tem a duração de aproximadamente 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos (365,2422 dias). Também é conhecido como ano trópico. A cada quatro anos, as horas extra acumuladas são reunidas no dia 29 de Fevereiro, formando o ano bissexto, ou seja, o ano com 366 dias.
Os calendários antigos baseavam-se em meses lunares (calendários lunares) ou no ano solar (calendário solar) para contagem do tempo."


Das palavras acima "trinquei" um pedacinho: "O ano solar é o período de tempo decorrido para completar um ciclo de estações (primavera, verão, outono e inverno)". .

Repousado na margem do Rio-Tempo, saboreei este pão até tornar-se bebida-alimento. Como o Sol que nasce ou qual Rio que a Terra dá à Luz, ouvi um grito silencioso:


- Novo Nascimento!... Da Água e do Espírito!


As Florestas, os Campos, os Jardins, no seu traje multicor, sorriram-me, abraçaram-me, beijaram-me... e quando, qual criança-feliz, pronunciei

- Eu...

Tocaram-me os lábios com uma papoila afogueada. E, no mais belo sorriso do mundo, disseram em surdina;

- ... és Especial e Único, de Domingo a Sábado!

Olhei à minha volta e vi-senti-compreendi que não estava só. Outros Seres Humanos (Homens, Mulheres, Crianças, Jovens, Adultos e Idosos), como Eu, também Especiais e Únicos, Nasciamos de Novo, nesta Primavera, essencialmente, do Espírito.

O Criador do Mar, da Terra e dos Céus, e de tudo o que neles há, na sua Cósmica Visão, certificou o Espírito, com um sorriso, uma piscadela de olho e um V formado pelos dedos indicador e médio.

De Barco pelo Rio, enchemos as Montanhas, os Vales, os Campos, as Aldeias, as Vilas, as Cidades... com o mote deste Blogue-Diário: Rema, rema..., ao longo deste Novo Ano Espiritual, nesta Aventura pelo Rio da Vida!

domingo, 3 de abril de 2011

Voluntariado e Espiritualidade

Estamos no Ano Europeu do Voluntariado.
Voluntariado é Graça.
Graça que pode contrariar a Galopante Desgraça do Paradigma Economicista (PE).

Então veio-me à mente a Aventura Ternurenta vivida na sexta-feira passada, com o Joaquim e a Teresa, na escola de uma freguesia da periferia da capital do Baixo Minho: Panoias.

Cantamos e representamos para (e algo com) as Crianças. Nesse contexto ainda com muita Pureza (Educadoras/Professoras, Crianças, da pré e do 1º ciclo)recebemos mais do que demos. Demos tempo...

- Tempo é Dinheiro! . diz, em surdina reprovadora, o PE.

Sorrio, pacificamente, enquanto me dilicio com o Espírito que me deu a Oportunidade, de gratuitamente, uma vez mais, Brincar ao jeito do @-Íris com a Joaninha-Joaquim e a Jardineira-Teresa.

Antes de partilhar algumas fotos, registo e sublinho: Dei/demos tão pouco e recebi/recebemos tanto e tão bom!!!

quinta-feira, 24 de março de 2011

Igualdade...

Igualdade, naquilo que é essencial.
Igualdade, garantia da individualidade.
Igualdade... nascente-espiritualidade?

Recentemente, estive num retiro JAB. Do bom ali partilhado, disponibilizo algo que me alimentou como o Pão de Todos, em palavras e imagem:

As palavras:

"Diferimos tanto uns dos outros em disposições, hábitos e educação que variam entre si as nossas maneiras de ver as coisas. A nossa compreensão da verdade, as nossas ideias em relação à conduta de vida, não são idênticas sob todos os pontos de vista".

A imagem:



Nas palavras e na imagem, onde está a Religião, a Religiosidade e a Espiritualidade?

terça-feira, 15 de março de 2011

Espiritualidade

Qual "Pardinho", eis-me na Nascente-Espiritualidade.
Como ele também exclamo:

- Puxa Vida! Que lindo! Consegui!

Lanço os olhos ao Céu. Depois, neles, subo e desço montanhas. Sorrindo para o confidente vale que acompanha o rio, digo para mim mesmo: aqui não estou sozinho. Está o Ser Humano ou a Humanidade, em contacto com a nossa essência interior. Nesta procura do sentido da Vida, todos os sentidos parecem insuficientes para captar esta Dádiva que nos humaniza/diviniza, que nos faz sentir irmãs e irmãos...

Sorrio. Por longos momentos, lentamente, exponho a câmara da minha alma, da minha sensibilidade, à Energia, à Força, ao Espírito presente no Universo, e que, maravilhosamente, unindo dois átomos de Hidrogénio e um de Oxigénio, faz cantar esse elemento vital, que em nós, e fora de nós, estará connosco "até à consumação dos séculos".

Parece-me ouvir um côro de crianças:

- Rema, rema o barco, num dia risonho. Rio acima, rio abaixo, a Vida é um Sonho!

Percebo que devo voltar ao Rio da Vida onde a Religiosidade e a Religião também são realidades a interpretar e a experienciar, segundo o Espírito da Nascente.

terça-feira, 8 de março de 2011

Religiosidade

Depois do assunto da Religião, com quatro posts, mais um da polémica trilogia Religião-Religiosidade-Espiritualidade, inicialmente anunciada.

Acerca da Religiosidade, Uns / Outros, falam de...

Tendência ou qualidade que resulta dessa tendência, para o indivíduo acreditar, seguir e praticar uma Religião, que pode ser organizacional ou não.

- E tu o que dizes? - perguntas-me.

Voltando para a imagem ou metáfora que apoia esta reflexão feita blog - o rio da vida - aventuro-me a escrever, não apenas a dizer, o seguinte:

Foz - Local ou espaço real, onde a água, mais ou menos poluída por nós os humanos, não tem a "pureza" das montanhas ou dos vales que a "pariu". Mas é água, alimentada por outras fontes e outros rios, apesar de muitos outros "componentes" filhos da actividade humana.

Percurso - Movimento vital, logo impossível de negar e de apropriar ou prender, que ao longo de mais ou menos quilómetros, vai "morrer" na Foz.

Nascente - Aqui, tudo é diferente! Sim Tudo é Diferente porque ainda não foi "contaminado" por gente. Nem mais nem menos! Tudo se abre para Todos, em nome do Todo. As histórias do Percurso irão escrever-se sem qualquer Planeamento, porque são infinitas as variáveis que lhe estão ou estarão subjacentes.

Conclusão e concretização, em três pontos:

1) Não há Foz-Religião sem Religiosidade-Percurso (talvez a maioria diga o contrário!);

2) Sem Espiritualidade-Nascente, não teremos nem Religiosidade-Percurso nem Religião-Foz;

3) A Vida, realidade na qual e pela qual navegamos, não cabe nas metáforas...


No jeito reticente do terceiro ponto, remanascente, com saudades da espiritualidade , fica o vídeo-mensagem-animação...

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Religião, religiosidade, espiritualidade

Estava à mesa, num convívio de amigos.

Um pastor adventista e um leigo, conversavam sobre problemas dentro de igrejas, que tinham a ver com "mensagens perigosas", propagadas por alguém. Talvez porque desconhecia o contexto, eu apenas escutava.

Porém, quando eu menos esperava, o pastor dirigindo-se a mim, pergunta-me:

- O Zé Duarte o que diz!

Como se tivesse a resposta engatilhada, respondi:

- Há leigos e pastores que são uma inspiração!

As minhas palavras, que até a mim me surpreenderam, não foram tidas em conta. E o rumo da conversa continuou, no registo anterior, antes de eu ser interpelado.

Continuei a ouvir, procurando razões a montante, onde tudo se pode tornar mais claro e mais inspirador.

Um segundo retalho da minha vida:

Juntamente com um amigo (bem mais velho do que eu, um leigo católico muito activo, amigo que eu prezava muito) esperavamos junto ao adro da igreja, da nossa terra. Esperavamos por quem e para quê? Por outros amigos e conterrâneos, para, cada qual, irmos em seguida para reuniões diferentes, dentro do salão paroquial.
De repente, acontece algo que eu não esperava: o meu, amigo, olhos nos olhos, interpela-me:

- Quando voltas para a liturgia?

Tal como no caso anterior, a minha resposta foi imediata:

- Eu estou na liturgia!

Mais não dissemos, nem ele, nem eu.

Tendo em conta o título desta reflexão, em jeito de autodiálogo, procuro entender onde estão subjacentes os três conceitos em questão:

- Religião?
- Nas palavras "pastor adventista"?, "leigo"?, "igrejas"?, "mensagens perigosas"?, "católico"?, "liturgia"?...

Em nome da honestidade intelectual, parece-me que devo ter em conta o que encontrei na já referida pesquisa bibliográfica, cuja primeira meta (ler o material seleccionado da net) já foi, atingida. Sendo assim, dedicarei um, ou mais posts, a cada uma das palavras, do título de hoje.